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Painel “Como ajudar jovens como Hanna Baker? Refletindo sobre a série Thirteen Reasons Why” acontece em 1º de junho, às 19h, no auditório Ana Terra

A série “Thirteen Reasons Why”, produzida pela Netflix, colocou em evidência a discussão a cerca de bullyng e suicídio. Com o objetivo de avançar o debate, o vereador Mauro Zacher (PDT) promove o evento “Como ajudar jovens como Hanna Baker? Refletindo sobre a série Thirteen Reasons Why”, no auditório Ana Terra, da Câmara Municipal de Porto Alegre, em 1º de junho, às 19h. A entrada é franca e os lugares são limitados.

Na atividade, serão analisadas as causas que levam jovens ao suicídio em todo o mundo. Participam como painelistas o psiquiatra Ricardo Nogueira, a psicóloga Carmem Oliveira e o sociólogo e jornalista Marcos Rolim.

Zacher é autor da Lei nº 10.866, que introduziu politicas de combate ao bullying na rede municipal de Porto Alegre. Ao tomar conhecimento da popularidade da série, e do surgimento de jogos como o Baleia Azul, o parlamentar entendeu ser importante retomar a discussão com a comunidade, em especial com servidores da área da saúde e educação.

“Essa é uma situação dramática e não é nova, apenas ganhou mais repercussão a partir da veiculação da série e do Baleia Azul, que de jogo não tem nada, sendo uma forma de manipular e induzir jovens em situação de instabilidade emocional ao suicídio”, disse o parlamentar gaúcho.

Para inscrição e mais informações, entrar em contato através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelos telefones (51) 3220-4227 ou (51) 3220-4228.

Saiba mais sobre os painelistas:

Ricardo Nogueira - Psiquiatra coordenador do Centro de Promoção da Vida e Prevenção ao Suicídio do Sistema de Saúde Mãe de Deus em Porto Alegre.

Carmem Oliveira - Psicóloga, doutora em Psicologia Clínica , consultora em Direitos Humanos de crianças e adolescentes. Foi Secretária Nacional dos Direitos de Crianças e Adolescentes.

Marcos Rolim - Doutor em Sociologia e jornalista. Presidente do Instituto Cidade Segura, membro fundador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Centro Internacional para a Promoção dos Direitos Humanos (Unesco).

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Comentários (3)

  • Gabriel Simões Lisbôa

    Gabriel Simões Lisbôa

    23 Maio 2017 às 12:14 | #

    A terapia e o ar que respiro.
    Buscando perfil de indivíduos que tiram sua vida, um a cada 30 segundos no mundo.
    Horas antes:
    individuo busca ajuda sem referencias e anda muito, já a maioria tendo feito uso de alguma substancia ilícita ,não vendo mais saída, já que não quer voltar.
    Este voltar vamos ver melhor, voltar para onde?, o que acontece lá para não querer voltar?.
    Sabemos que existe violência domestica, separações, homofobia ,discriminação, bulling, inveja... dentro de alguns lares.
    O individuo se isola, não consegue ir a frente e quando para e senta em algum lugar é em uma praça, permanece isolado até talvez pela droga se junte a outro do mesmo perfil, sem saber.
    Para muitos frequentadores assíduos de um mesmo local que se reúne em grupos para o uso de drogas a maioria tem algo em comum, em casa não conseguem produzir e mesmo que trabalhem e/ou estude ainda prefere a rua do que sua casa, por isso o ar que respiro.
    A terapia e o ar que respiro.
    Terapia sugerida, CIA (centro intensivo a arte),em um pavilhão a beira do guaiba (DEPREC, sugestão) misturar todas as artes em um único espaço, musica, ballet, pintura, escultura, artesanato...onde o futuro frequentador poderá se deslumbrar e optar pela arte, poderá estar esculpindo ouvindo musica clássica enquanto se distrai com sua arte , a beira do Guaiba pelo clima que acalma e revigora.
    Estas pessoas estariam fazendo parte de um projeto social e depois de integrados estão prontos e dispostos a receber escolas e ensinar sua arte, fazendo parte do ciclo novamente.
    O ar que respiro, para estes disponibilizar alojamento artístico rotativo de uma semana, assim mudam um pouco o ar, saem um pouco de casa e voltam revigorados para encarar suas vidas novamente e voltando ao projeto.

    Acreditem, todo artista se isola e já sofreu de depressão, a maioria é bipolar.

    Responder este comentário

    • Mauro Zacher

      Mauro Zacher

      26 Maio 2017 às 18:23 | #

      Gabriel, sua sugestão é interessante. Claro que o local sugerido já está incluído em um projeto da prefeitura para a revitalização da área. O que não impede a sugestão. Mas a proposta de terapia a partir da arte em grupo é, sem dúvida, um dos caminhos que pode levar a ressocialização dessas pessoas que estão solitárias. Obrigado pela contribuição ao debate e, se puder, compareça a nossa atividade do dia 1º aqui na Câmara Municipal. Abraço!

      Responder este comentário

  • Mauro Zacher

    Mauro Zacher

    29 Maio 2017 às 15:13 | #

    Obrigado pelo seu comentário

    Responder este comentário

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