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O vereador Mauro Zacher (PDT), autor do projeto que criou a Frente Parlamentar em defesa do Dmae, disse não aceitar a desculpa da projeção de investimentos futuros para justificar a falta de água para comunidades da Zona Sul e Leste da capital. "Ingressamos e ganhamos liminar que obriga o Município a reestabelecer água para essa comunidade sob pena de multa”, ressaltou.

Materia 5 e 6 Frente Parlamentar DMAE

Crédito foto: 

Os investimentos citados por Zacher foram apresentados pelo engenheiro Darcy Nunes dos Santos, atual presidente do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), em encontro realizado na Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre, que ocorreu nesta terça-feira (12/2) e tratou da questão da falta de água em algumas regiões da capital. “O valor de R$ 280 milhões é a soma estimada para solucionar os problemas da falta de abastecimento de água nas regiões leste e extremo sul da cidade”, disse o servidor na reunião que contou com a presença de populares que enfrentam o problema da falta de água.

Defensoria

Regina Borges de Medeiros, representante da Defensoria Pública, destacou que o órgão reuniu todos os núcleos que têm uma atuação direta na questão da água. “Chegamos ao consenso de que os caminhões pipa deveriam estar presentes em horários compatíveis com a presença dos moradores. Além disso, ficou acordado que a conta de água não seria cobrada na sua integralidade”. Regina explicou igualmente que as faturas serão adequadas ao critério de justiça e as pessoas vão pagar pelo que usaram. “Até o dia 27 de fevereiro o Dmae apresentará o estudo de recálculo das contas. A defensoria Pública é uma porta aberta que tentou extrajudicialmente uma solução mais rápida possível”, concluiu.

Comunidade

De acordo com Snar Borges, da Associação da Lomba do Pinheiro, a água é um bem público e “não deveria nem ser cobrada”. Nos últimos anos, afirmou,“a cobrança vem integral, mesmo com a prestação de um serviço ruim. Não dá para entender como a prefeitura libera a construção de mais loteamentos, sem ter a infraestrutura mínima de abastecimento de água para a região, indagou”.

O diretor-geral do Sindicato dos Municipários, Jonas Reis, declarou que desde 2017 tem denunciado o sucateamento do Dmae. “É um alerta geral a toda a população, vai colapsar o sistema. É necessário destravar as licitações e aumentar as equipes de rua das distritais, pois o serviço de água e esgoto é questão de saúde pública”, alertou. Alexandre Dias, coordenador sindical do Dmae afirmou que há mais de dois anos denuncia que essa situação pode ocorrer. “A contratação de servidores é urgente. Há alternativas, mas tem que ter atitudes”, concluiu.

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