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O período de Comunicações Temáticas da sessão ordinária da quinta-feira (16/8) homenageou o transcurso dos 67 anos do Dia do Economista, que ocorreu no dia 13 de agosto. Proposta pelo vereador Mauro Zacher (PDT) para destacar a importância social da profissão, a ocasião ocorreu no Plenário Otávio Rocha do Palácio Aloísio Filho, sede da Câmara Municipal de Porto Alegre.

Materia 9 Dia do Economista Foto Giulia Secco CMPA

Credito foto: Giulia Secco/CMPA

O vereador explicou que um dos principais desafios atuais da profissão é debater caminhos para a solução das crises fiscal e econômica enfrentada pelo Estado, ao mesmo tempo em que se realizam investimentos básicos e que se garantam receitas. “Comparando o Rio Grande do Sul com outros Estados, estamos muito atrasados: basta observar a carga tributária e a burocracia”, disse.

Contextualizando com o caso específico de Porto Alegre, Zacher argumentou que o Município enfrenta dificuldades econômicas, como o expressivo número de desempregados, a elevada carga tributária e a grande burocracia, resultando em perdas financeiras. Nesse sentido, disse que, segundo estimativas, o governo municipal teria deixado de arrecadar cerca de R$ 200 milhões só no último ano.

Atuação ampla

João Carlos Medeiros Madail, representando o Conselho Regional de Economia (Corecon/RS), agradeceu a oportunidade para destacar a relevância dos economistas.

Recordou que a homenagem é celebrada em 13 de agosto, pois foi, neste dia, em 1951, que o então presidente da República, Getúlio Vargas, promulgou a Lei 1.411. A legislação instituiu a profissão de economista no Brasil. Desde então, o profissional de economia passou a atuar nas mais diversas áreas.

Madail listou: “Na microeconomia nos dedicamos a estudar maneiras de maximizar ganhos e minimizar perdas; também atuamos junto a investidores e empresas, auxiliando em estudos de viabilidade econômica. Além disso, atuamos na economia ambiental, no mercado financeiro, no comércio exterior, no planejamento estratégico e até no magistério. Já na socioeconômia nós pesquisamos maneiras de diminuir as desigualdades do país”. O conselheiro concluiu afirmando que a economia possui soluções, teorias e modelos para ajudar a resolver, ou ao menos atenuar, a crise econômica contemporânea. De acordo com ele, falta vontade política para aplicá-las.

Formação

“Hoje os economistas são formados em universidades, enquanto os primeiros eram criados pela práxis. De qualquer forma, o que deve ser combatido é a visão que predomina no senso comum e que é reforçada por economistas que não se aprofundam em suas contextualizações. Com pouco senso crítico, informam apenas dados superficiais de indicadores econômicos como PIB, inflação, etc. Principalmente no Brasil moderno, devemos atentar ao fato de estarmos integrados a uma economia globalizada.

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